testsese
teste
Setembro 8, 2009 por 57frankling6_Trabalho Final
Junho 6, 2008 por inesmoreirag9_Trabalho final
Junho 6, 2008 por inesmoreirag4 Trabalho Final
Junho 5, 2008 por luisromaog1_Trabalho Final 2
Junho 5, 2008 por inesmoreiraApós lerem o trabalho (do post anterior) vejam este power point referente aos ecossistemas:
g1_Trabalho final
Junho 5, 2008 por inesmoreirag10_Trabalho final
Junho 5, 2008 por filipecarvalho1G2_Resultado da Pesquisa (1)
Junho 4, 2008 por pedro46549874654= O conhecimento científico =
- É um conhecimento “criado” por um cientista, que é um especialista, ou seja, um humano que pertence a uma dada área de trabalho, e que se encontra incluído num contexto cultural próprio, o que leva á existência de certas subjectividades (ex: preconceitos).
- O conhecimento científico é um conhecimento objectivo adequado. É caracterizado por ter métodos e estratégias (processos usados pela ciência para descobrir e demonstrar a verdade).
- Deve corresponder, o mais aproximadamente possível, á “verdade”, sendo por isso necessário fazer com que, no conhecimento científico, seja eliminado qualquer vestígio de subjectividade. Como tal feito é impossível (existe sempre uma certa subjectividade nos nossos trabalhos, vinda quer do nosso pensamento pessoal quer da nossa tradição social), os cientistas tentam reduzir a subjectividade, experimentando e demonstrando, e chegando a acordo (objectividade/intersubjectividade científica). A objectividade é um ideal a atingir, não uma característica presente no conhecimento desde o início. Se for atingido, esse conhecimento não necessita de alterações, porque se torna “real”.
- É caracterizado pela sua revisibilidade, sendo considerado válido enquanto não for invalidado.
- Deve ser sempre verificado e demonstrado, sendo convertido numa acção (experimentado).
- É autónomo na medida em que se desenvolve sob critérios de busca de adequação (mas tendo em vista modelos e paradigmas), sem estar ligado a questões sociais e políticas, mas podendo actuar como resposta a esses problemas.
- É um conhecimento racional, porque apenas envolve o que o afecta directamente, sendo compreensivo e claro, afastando tudo o que possa ser considerado secundário.
- Tenta traduzir a “linguagem do universo” em termos matemáticos (ex: teoremas).
- Apresenta dois tipos de objectividade: Objectividade Forte (ideal do Conhecimento Científico, universalmente válida e inalterável) e Objectividade Fraca (consenso estabelecido pelos cientistas relativamente á verdade das proposições e teorias científicas)
- O conhecimento transforma o qualitativo em quantitativo (ex: o som passa a ser considerado vibrações, das quais se pode medir o comprimento de onda e a frequência.
- A ciência pretende descobrir relações entre os fenómenos e os factores/processos que os desencadearam.
- Difere da técnica na medida em que esta pretende servir as necessidades e aspirações da sociedade, das quais a ciência deve permanecer afastada.
- Faz parte da cultura dos países industrializados, sendo aceite como um conhecimento certo.
- É encarado como uma maneira do homem se sobrepor à Natureza. Ele tenta controlá-la através de métodos científicos.
- Responsável pela criação do Cientismo, que vê o conhecimento científico como um mito inatingível. O Cientismo deposita confiança total na ciência, achando que, através dela, se pode atingir o conhecimento absoluto do real.
- O cientismo está, hoje, em decadência, visto que se sabe que:
- O conhecimento da ciência não é permanente, assemelhando-se mais a um conjunto de semi-verdades, sujeitas a correcções.
- A ciência deixou muitos problemas por solucionar e criou outros, fazendo com que o homem deixasse de confiar nela para resolver todos os seus problemas.
- Esses novos problemas criados pela ciência são agora áreas problemáticas que afectam o homem e o próprio planeta (ex: aumento o efeito de estufa e da poluição).
- A técnica visa fazer com que o homem não tenha de se desgastar física e mentalmente, criando ferramentas capazes de fazer esse trabalho pelo homem (ex: computadores).
- O excesso de poder com que o homem se confronta hoje é tal que o pode levar a autodestruir-se inconscientemente.
- Um problema da tecnociência é a globalização, que leva tradições, línguas e modos de vida á extinção, convertendo os povos e fazendo com que estes sigam os “padrões” ditados pelas potências mundiais.
Fontes:
- “Um Outro Olhar Sobre o Mundo”, manual de Filosofia do 11º ano, da autoria de Maria Antónia Abrunhosa e Miguel Leitão;
- “Compêndio de Filosofia”, da autoria de J. Bonifácio Ribeiro e José da Silva.
Pesquisa nº1- Conceito de realidade
Junho 2, 2008 por andreeegomesConceito filosófico de realidade: A distinção entre realidade e aparência sempre foi um dos problemas centrais da filosofia. Foi colocada pela primeira vez por Parménides, no século VI a.C.. Entende-se vulgarmente por realidade tudo aquilo que existe ou é, por oposição aquilo que designamos por nada, aparência, ilusão, desejo, projecto.
Concepções sobre a realidade: A questão – o que é a realidade? -, tem originado nas várias correntes filosóficas respostas muito diversas. Cada uma traduz de uma forma explicita ou implícita uma dada concepção da mesma.
- Realidade Sensorial: O homem comum como empírista radical tende a associar a realidade com aquilo que pode ser empiricamente observado. A realidade existe independentemente da consciência dos indivíduos. Basta olhar para esta para a descobrir e a captar na sua totalidade. A realidade é assim algo que existe independente da consciência dos indivíduos. Esta posição traduz-se na crença que só as coisas observáveis são reais. Neste sentido, tudo o que não pode ser captado através dos sentidos tende a ser negado, ou é tratado como um produto da imaginação. Estamos perante uma visão ingénua da realidade, desmentida pela investigação científica.
- Realidade Científica: A ciência dá-nos uma visão objectiva da realidade. Para isso o cientista mune-se de métodos e instrumentos apropriados ao seu objecto de estudo, selecciona “factos”, “acontecimentos”, e interpreta-os à luz de um dada teoria. A realidade para a ciência é assim uma construção, nunca é algo dado. Mas esta realidade é real? A questão prende-se com o conceito de objectividade e de realidade com que trabalham os o cientistas. É real tudo aquilo que pode ser observado por mais do que uma pessoa, e pode ser portanto objecto de um consenso de percepção, e em especial pode ser provada (ou refutada) experimentalmente. Se seguirmos os procedimentos adoptados, em princípio, chegaremos todos à mesma visão da realidade. A legitimidade destas visões duram enquanto durar o acordo com os resultados das observações e das experiências. Nada na ciência é eterno, todas as explicações são válidas até serem refutadas.
- Realidade Ideal: A realidade não se confunde com as imagens efémeras das coisas que obtemos através dos sentidos. A verdadeira realidade é da ordem das ideias. Só nestas poderemos encontrar algo imutável e eterno. A verdadeira realidade está nos próprios indivíduos e não nas coisas. Parménides e depois Platão numa forma sistemática, sustentaram esta concepção do real. Outros filósofos desenvolveram concepções idênticas. Berkeley, no século XVII, sustentou que a única realidade que existia era a das nossas percepções.
G2_Relatório
Maio 30, 2008 por pedro46549874654O grupo constituído por Pedro Matos e Hugo Rodrigues tem, como tema principal, o Conhecimento Científico e os seus riscos.
Até agora foi elaborado um resumo da matéria com base em apontamentos e em informações encontradas no manual, bem como informações do livro “Compêndio de Filosofia”, da autoria de J. Bonifácio Ribeiro e de José da Silva.
O próximo passo será pesquisar tanto na internet (artigos, sites com tema específico, etc.) como em outros livros e obras filosóficas que possam aludir ao tema em questão.

Aqui está o nosso trabalho final: